| Curso:Pedagogia-Licenciatura
Titulação:
Licenciado em Pedagogia
Autorização:Portaria
nº 3.023, de 26 de dezembro DE 2001 (D.O.U.
27/12/2001)
Implantação:2002.1
Grau oferecido: Graduação
Regime de Matrícula:Semestral
Vagas: 100(Cem) vagas
semestrais
Turno: Vespertino/Noturno
Forma de Ingresso: Processo Seletivo
A) Processo seletivo de provas;
B) Exame para vagas remanescentes: - alunos
regularmente matriculados nos cursos de
graduação da própria ENEB (transferência
interna),
C )alunos procedentes de outras ies (transferência
externa), - portadores de diploma de curso
superior, - PROUNI, - transferências de
outras ies, - seleção para portadores de
Diploma de curso superior (que pretendam,
por intermédio de estudos complementares,
diplomar-se em outro curso de nível superior),
D)- alunos que tenham interrompido seus
cursos por abandono e desejem continuá-lo.
Horário:
Segunda à sexta-feira das 18:25 às
22:30 horas
*Sábado das 13:45 às 17:50
horas (reposições / anteposições)
Regime Escolar: Sistema
de Créditos Dimensão
das Turmas: 50 alunos no máximo,
nas aulas teóricas. Nas atividades práticas,
a turma será subdividida segundo a metodologia
adotada pelo professor e aprovada pelo Colegiado
do Curso. Duração
do Curso: Mínimo de 04 anos (em
conformidade com a Resolução CNE nº 2, DE
18/06/2007 – D.O.U. 19/06/2007)
Carga Horária total:
3.330 horas (em conformidade com a Resolução
CNE nº 2, DE 18/06/2007 – D.O.U. 19/06/2007)
Total de Créditos:
222 créditos |
| |
Perfil
Prossiográfico
Matriz Curricular
Sistema
de avaliação
Coordenação
do Curso
Corpo Docente
Cronograma de Avaliação
Estágio Supervisionado
Atividades Complementares
Empresa
Júnior |
Perfil
Profissiográfico:
O professor que atua com crianças
de 0 a 10 anos de idade nas áreas de
Educação Infantil e dos Anos Iniciais
do Ensino Fundamental necessita ter uma formação
prática pedagógica coerente com
as exigências do mundo globalizado. As
transformações na sociedade e
as mudanças nas relações
de trabalho tornam-se necessário repensar
o processo educacional brasileiro. É
preciso formar pessoas para o exercício
pleno da cidadania que tenham autonomia, saibam
viver em sociedade democraticamente, estejam
preparados para se integrarem no mercado de
trabalho, dominem novas tecnologias, se adaptem
às mudanças constantes do meio
ambiente, saibam buscar novos conhecimentos
em função das novas demandas,
respeitem as diferenças e convivam de
forma democrática com elas.
Em este contexto cabe à educação
formal formar um novo perfil de professor, prepará-lo
para viver na sociedade e transformá-la.
Assim sendo é necessário que a
Escola também se transforme o que requer
que ela faça trabalho diferente.
Essa mudança deve ser iniciada na sala
de aula pelo trabalho do professor para a melhoria
da qualidade de educação básica,
atingindo todos os níveis e modalidades
de cursos de formação de professores.
O processo de melhoria na qualidade da educação,
em geral, necessita de um novo perfil profissiográfico,
ocorrendo com a incorporação de
inovações no ensino superior possibilitando
sua competência técnica no exercício
da profissão e do compromisso político
com a transformação social.
De forma objetiva, o perfil docente necessita
de uma formação e uma visão
de mundo real tal que o seu trabalho não
se limite à sala da aula dissociada do
processo pedagógico e do contexto histórico
estabelecendo com a vida do aluno, dando utilidade
e sentido ao exercício da sua prática
pedagógica.
Assim sendo o professor necessita dominar não
somente os conteúdos de sua área
de atuação e os objetivos de ensino,
assim também a sua transposição
didática interagindo de forma multidisciplinar
dada a importância do conhecimento das
demais disciplinas de modo que permita a realização
da interdisciplinaridade e da transdisciplinaridade.
Deve fazer parte do trabalho didático
do professor a utilização de novas
tecnologias da informação, não
somente como recurso de aprendizagem, mas também,
como conteúdo a ser aprendido e utilizado
na prática social. A sociedade moderna
faz uso deste novo instrumental, sob o risco
de se criar um novo tipo de exclusão
social, daí ter o profissional que não
domine os novos recursos tecnológicos.
Entretanto se faz necessária desenvolver
de forma cooperativa, dado o planejamento conjunto
de modo a possibilitar, a continuidade das diversas
ações docentes através
de uma gestão democrática da educação
e da unidade de ensino que possibilita a ação
dos projetos políticos-pedagógicos
comprometidos com o bem estar social.
A operacionalização desse processo
de profissionalização além
da escola - sala de aula, também se dá
na relação cooperativa com a família
e comunidade na qual a escola está contextualizada:
do trabalho participativo, das tomadas de decisões
através dos colegiados, do apoio e acompanhamento
nas atividades desenvolvidas dentro e fora da
escola.
Uma outra face desse processo de profissionalização
é a participação do profissional
em educação em discussões
sobre temas relacionados aos sistemas educacionais
e na atuação em congressos, seminários,
reuniões científicas, simpósios,
fórum contribuindo e participando na
investigação e aprimoramento da
educação brasileira.
Visando a formação de professores
para trabalharem na educação básica,
acredita-se que o Instituto Superior de Educação
do Estado da Bahia – ISED/BA irá
contribuir de forma efetiva para reverter à
desarticulação existente nas escolas
da região de Feira de Santana, entre
os professores de diversos níveis e que
se reflete na aprendizagem e desenvolvimento
dos alunos, que com certeza impedirá
o fracasso escolar.
Assim o ISED/BA criado com a pretensão
de promover a articulação e a
compatibilização da continuidade
da trajetória escolar e da aprendizagem
na educação básica, estabelecendo
uma unidade política com a Mantenedora
EDUC/BA na formação de professores
em nível superior no Curso de Pedagogia
- Licenciatura em Educação Infantil
e nos Anos Iniciais do Ensino Fundamental.
Nesta concepção o Instituto Superior
de Educação do Estado da Bahia
considera o perfil profissiográfico dos
seus docentes:
• Utilizar-se dos conhecimentos sobre
a realidade econômica, cultural, política
e social para organizar a compreensão
sobre o contexto e as relações
nas quais estão inseridas as práticas
educativas.
• Intervir nas situações
educativas com sensibilidade, acolhimento, segurança
e afirmação responsável
da sua autoridade pedagógica.
• Estudar e investigar o contexto educativo
na sua amplitude e complexidade, com uma visão
de multi referencialidade.
• Promover uma prática educativa
que leve em conta a realidade objetiva e subjetiva
dos alunos, confrontando-as com as necessidades
do mundo social, os princípios, as prioridades
e os objetivos do processo educacional do sistema
escolar e da escola.
• Fazer escolhas didáticas que
promovam a aprendizagem dos alunos, em uma perspectiva
da educação inclusiva.
• Criar, planejar, realizar, gerir e
avaliar situações didáticas
eficazes para aprendizagem dos alunos e o crescimento
da instituição escolar.
• Conceber e utilizar diferentes e flexíveis
modos de organização do tempo,
do espaço e do agrupamento dos alunos
de modo a favorecer e enriquecer o processo
de aprendizagem e desenvolvimento dos alunos.
• Manejar diferentes e diversas estratégias
de comunicação dos conteúdos,
sabendo eleger as mais adequadas considerando
a diversidade dos alunos, os objetivos das atitudes
de disponibilidade para atualização
formal e informal e flexibilidade para entendimento
das mudanças.
• Elaborar e desenvolver projetos pessoais
de estudo e de trabalho discuti-los com os colegas
e gestores e compartilhar as práticas
das atividades propostas e as características
dos conteúdos.
• Conceber e utilizar diferentes estratégias
de avaliação, a partir dos resultados
obtidos, compreendendo o erro como recurso de
aprendizagem e não como mecanismo de
seletividade.
• Participar colaborativamente da elaboração,
implementação, acompanhamento
e avaliação do projeto pedagógico
da escola.
• Desenvolver-se profissionalmente e
ampliar seu horizonte cultural, adotando uma
pedagogia eficaz.
• Analisar os materiais didáticos
com impessoalidade e congruência, visando
a avaliação da sua pertinência,
eficácia e utilidade ao ritmo do ensino
e da aprendizagem dos alunos.
Analisar a prática profissional tomando-a
sistematicamente como objetivo de reflexão.
Matriz
Curricular:
Limite
Mínimo: 04 anos |
Limite
Máximo: 07 anos |
Creditação
Total: 222 |
Distribuição
Curricular: |
Formação
Básica: |
2910
|
Atividades
complementares: |
120
|
Estagio
curricular Supervisionado: |
300
|
Carga
horaria Geral: |
3330
|
|
|
| Cód: |
Componentes
Curriculares |
Carga
Horária |
Créditos |
| |
1º
semestre |
Teórica |
Prática |
Total |
Teórico |
Prático |
Total |
| PED001 |
Fundamentos Filosoficos da Fducação |
60 |
30 |
90 |
04 |
02 |
06 |
| PED002 |
Fundamentos Históricos da Educação |
60 |
30 |
90 |
04 |
02 |
06 |
| PED003 |
Antropologia, Cultura e Educação |
60 |
30 |
90 |
04 |
02 |
06 |
| PED004 |
Introdução ao Trabalho Científico |
60 |
30 |
90 |
04 |
02 |
06 |
| PED005 |
Psicologia da Educação I |
60 |
30 |
90 |
04 |
02 |
06 |
| total: |
300 |
150 |
450 |
20 |
10 |
30 |
| |
2º
semestre |
Teórica |
Prática |
Total |
Teórico |
Prático |
Total |
| PED006 |
Didatica Fundamental |
60 |
30 |
90 |
04 |
02 |
06 |
| PED007 |
Currículo |
60 |
30 |
90 |
04 |
02 |
06 |
| PED008 |
Planejamento e Políticas Educacionais |
60 |
30 |
90 |
04 |
02 |
06 |
| PED009 |
Fundamentos Teoricos-Metodológicos
da Alfabetização |
60 |
30 |
90 |
04 |
02 |
06 |
| PED036 |
Sociologia da Educação |
60 |
30 |
90 |
04 |
02 |
06 |
| total: |
300 |
150 |
450 |
20 |
10 |
30 |
| |
3º
semestre |
Teórica |
Prática |
Total |
Teórico |
Prático |
Total |
| PED010 |
Tecnologia da Comunicação
e Informação em Educação |
60 |
30 |
90 |
04 |
02 |
06 |
| PED012 |
Fundamentos e Metodologia para o Ensino
da Arte |
60 |
30 |
90 |
04 |
02 |
06 |
| PED013 |
Fundamentos Teorico-Metodológicoda
Língua Portuguesa |
60 |
30 |
90 |
04 |
02 |
06 |
| PED014 |
Metodologia da Pesquisa Educacional |
60 |
30 |
90 |
04 |
02 |
06 |
| PED018 |
Fundamentos Teórico-Metodológicos
da Matemática |
60 |
30 |
90 |
04 |
02 |
06 |
| total: |
300 |
150 |
450 |
20 |
10 |
30 |
| |
4º
semestre |
Teórica |
Prática |
Total |
Teórico |
Prático |
Total |
| PED011 |
Fundamentos Teórico-Metodológicos
de Geografia |
60 |
30 |
90 |
04 |
02 |
06 |
| PED015 |
Fundamentos Teórico-Metodológicos
de Ciências |
60 |
30 |
90 |
04 |
02 |
06 |
| PED016 |
Fundamentos Teoricos-Metodológicos
da História |
60 |
30 |
90 |
04 |
02 |
06 |
| PED017 |
Avaliação Educacional |
60 |
30 |
90 |
04 |
02 |
06 |
total: |
240 |
120 |
360 |
16 |
02 |
24 |
| |
5º
semestre |
Teórica |
Prática |
Total |
Teórico |
Prático |
Total |
| PED019 |
Fundamentos Teórico-Metodológicos
da Educação Infantil |
60 |
30 |
90 |
04 |
02 |
06 |
| PED020 |
Educação Física,
Jogos e Recreação |
60 |
30 |
90 |
04 |
02 |
06 |
| PED021 |
Literatura Infantil |
60 |
30 |
90 |
04 |
02 |
06 |
| PED022 |
Trabalho Cotidiano na Educação
Infantil |
60 |
30 |
90 |
04 |
02 |
06 |
total: |
240 |
120 |
360 |
16 |
08 |
24 |
| |
6º
semestre |
Teórica |
Prática |
Total |
Teórico |
Prático |
Total |
| PED023 |
Organização e Estrutura
da Educação Básica |
60 |
30 |
90 |
04 |
02 |
06 |
| PED024 |
Elaboração e Gestão
de Projetos Educativos e Estagio de Observação |
60 |
30 |
90 |
04 |
02 |
06 |
| PED025 |
Estatística Aplicada à Educação |
60 |
30 |
90 |
04 |
02 |
06 |
| PED026 |
Psicologia da Educação II |
60 |
30 |
90 |
04 |
02 |
06 |
total: |
240 |
120 |
360 |
16 |
08 |
24 |
| |
7º
semestre |
Teórica |
Prática |
Total |
Teórico |
Prático |
Total |
| PED027 |
Educação Inclusiva |
60 |
30 |
90 |
04 |
02 |
06 |
| PED028 |
Estágio Supervisionado da Educação
Infantil |
30 |
90(*) |
120 |
04 |
02+02 |
08 |
| PED029 |
TCC I Projeto |
30 |
90(*) |
120 |
04 |
02+02 |
08 |
| PED030 |
Fundamentos Teóricos-Metodológicos
da Educação de Jovens e Adultos |
60 |
30 |
90 |
04 |
02 |
06 |
| PED031 |
Atividades Complementares I |
- |
60(*) |
60 |
- |
02 |
02 |
total: |
180 |
300 |
480 |
16 |
14 |
30 |
| |
8º
semestre |
Teórica |
Prática |
Total |
Teórico |
Prático |
Total |
| PED032 |
Educação em Valores |
60 |
30 |
90 |
04 |
02 |
06 |
| PED033 |
Estágio Supervisionado do Ensino
Fundamental |
30 |
150 |
180 |
02 |
10 |
12 |
| PED034 |
TCCII Monografia |
30 |
150 |
180 |
02 |
10 |
12 |
| PED035 |
Atividades Complementares II |
- |
06(*) |
60 |
- |
02 |
02 |
total: |
120 |
390 |
510 |
08 |
24 |
32 |
| |
Teórica |
Prática |
Total |
Teórico |
Prático |
Total |
total
geral: |
1860 |
1470 |
3330 |
128 |
84 |
222 |
Sistema
de Avaliação:
Avaliação de Desempenho
SEÇÃO VIII – DA AVALIAÇÃO
DO DESEMPENHO ESCOLAR
Art. 70º - A avaliação de
desempenho escolar é feita por disciplina,
incidindo sobe a freqüência e o rendimento
escolar.
Art. 71º - A freqüência às
aulas e às demais atividades escolares,
permitida apenas aos matriculados, é
obrigatória, vedado o abono de faltas,
salvo os previstos em lei.
Parágrafo Único – O aluno
que não obtiver, no mínimo, 75%
(setenta e cinco por cento) de freqüência,
às aulas e demais atividades programadas,
será considerado reprovado na disciplina.
Art. 72º - A eficiência é
apurada mediante execução de trabalhos,
provas e outras formas de verificação
de aprendizagem, previstas nos programas das
disciplinas, respeitado o Calendário
Escolar, obrigatoriamente em número de
03 (três) traduzidas em notas.
§ 1º - Competente ao professor da
disciplina elaborar os exercícios escolares
sob a forma de prova e determinar os demais
trabalhos, bem como julgar-lhes os resultados.
§ 2º - A avaliação de
desempenho escolar, por disciplina, será
feita pela administração de notas
que variam de 0 (zero) a 10 (dez) e a fração
decimal, se houver, de cinco décimos
(0,5).
§ 3º - Todas as (três) avaliações
terão o mesmo peso.
§ 4º - Ao aluno que deixar de comparecer,
na data fixada, a uma das verificações
de aprendizagem de cada disciplina, será
concedida uma quarta verificação:
ocorrendo nova ausência, será atribuída
nota 0 (zero).
§ 5º - Atribui-se nota 0 (zero) ao
aluno que utilizar meio fraudulento na verificação
de aprendizagem.
Art. 73º - Atendida, em qualquer caso,
a freqüência mínima de 75%
às aulas e demais atividades escolares,
é aprovado o aluno que obtiver, por disciplina,
média de aproveitamento igual ou superior
a 6 (seis), resultante da média aritmética
ponderada das notas dos exercícios escolares,
conforme previsto no programa da disciplina.
Art. 74º - O aluno reprovado por não
ter alcançado, seja a freqüência
seja a nota mínima exigida, repetirá
a disciplina, sujeito às mesmas exigências
de freqüência e de aproveitamento
estabelecidas neste Regimento.
Art. 75º - O aproveitamento de estudo de
alunos graduados pode ser concedido mediante
a apresentação do diploma registrado,
acompanhado de histórico escolar e dos
programas das disciplinas cursadas.
Parágrafo Único – O professor
poderá exigir do aluno informações
ou documentos que julgar indispensável
à sua decisão, bem como submetê-lo
à prova de avaliação.
Art. 76º - As decisões sobre o aproveitamento
de estudos de alunos recebidos por transferência
de outros estabelecimentos de ensino superior
obedecem às seguintes normas:
Parágrafo Único – O Histórico
Escolar deve conter os registros referentes
ao aproveitamento de estudos obtidos, ou adaptações
realizadas.
Art. 77º - As decisões sobre o aproveitamento
de estudos de alunos recebidos por transferência
de outros estabelecimentos de ensino superior
obedecem às seguintes normas:
I. Considera-se como funcionando regularmente
o curso autorizado ou reconhecido, na forma
da legislação vigente;
II. Por matéria, entende-se cada um dos
títulos de campos científicos,
técnicos, estatísticos ou outros
explicativos a cada matéria, basta para
validar o aproveitamento dos estudos;
III. A comprovação de que o aluno
foi regularmente aprovado na disciplina, ou
disciplinas correspondentes a cada matéria,
basta para validar o aproveitamento dos estudos;
IV. No caso de matéria ser desdobrada
em diferentes disciplinas na ENEB, esta pode
exigir que o aluno curse as disciplinas que
faltam para completar a carga horária
do curso;
V. O disposto neste artigo não impede
que a ENEB proporcione ao aluno a orientação
ao esclarecimento sobre a diferença de
currículo, conteúdos programáticos
e a maior ou menor dificuldade que venha a ter
na continuidade de seus estudos;
VI. O aluno, em conseqüência da orientação
dada, pode, voluntariamente, propor fazer recuperações
paralelas ao prosseguimento do seu curso, sem
prejuízo do aproveitamento das disciplinas
já cursadas;
VII. A ENEB exigirá do aluno, para integralização
do seu currículo pleno, o comprimento
regular das demais disciplinas obrigatórias
que não foram resultantes do currículo
mínimo;
VIII. Caso o aluno já tenha cursado,
com aproveitamento, na unidade de ensino de
origem, disciplinas da mesma natureza, seu aproveitamento
será reconhecido, com ou sem adaptação,
desde que a carga horária corresponda
à prevista pela ENEB.
Art. 78º - O aluno com extraordinário
aproveitamento nos estudos, demonstrados por
meio de avaliação de rendimento
escolar, será indicado por professores
do semestre letivo correspondente para ser submetido
à avaliação da banca examinadora
especial.
§ 1º - a banca examinadora especial
será indicada por Conselho de Ensino,
Pesquisa e Extensão – CEPE.
§ 2º - Dependendo da decisão
da banca examinadora especial, o aluno poderá
ter abreviado a duração de seu
curso, de acordo com as Normas Acadêmicas
da ENEB.
3.4.3 Avaliação de Aprendizagem
Pressupostos Básicos
A avaliação da aprendizagem como
integrante e intrínseca do processo educacional
é de fundamental importância para
o ensino-aprendizagem, por isso deve ser considerada
como um dos meios para viabilizar a operacionalização
de um ensino contextualizado com a realidade.
Assim que a avaliação da aprendizagem
deve estar respaldada:
1. Em um referencial Teórico;
2. Na Filosofia da Escola;
3. Na metodologia de ensino;
4. Na Legislação Vigente;
5. Na sua função precípua;
6. Nos objetivos do curso, da disciplina e do
conteúdo;
7. Nas características do estudante.
Como referencial teórico para esta proposta
mencionamos alguns teóricos como Piaget,
Vygotsky e outros. Suas idéias se harmonizam
e suas abordagens focalizam os elementos relacionados
ao processo educativo que dão respaldo
para uma avaliação em que o aluno
é altamente considerado como ser humano
que age e interage, atendendo, assim, não
só a um referencial, mas à própria
da instituição e sua metodologia.
Para que a avaliação se apresente
como um elemento contextualizado dentro do processo
ensino-aprendizagem é necessário
que se elucide nesta proposta sua função
precípua para que parâmetros sejam
estabelecidos. A depender do memento e dos objetivos
propostos à avaliação pode
ter diferentes funções, sendo
que seu pressuposto básico segundo LUDKE
(1994) é:
A função fundamental que a avaliação
deve cumprir no processo didático é
a de informar ou conscientizar o professor acerca
de como caminho os acontecimentos em sua turma.
Os processos de aprendizagem que desencadeiam
em cada um de seus alunos durante o ensino.
Coordenação
do Curso:
A Coordenação do Curso de Pedagogia-Licenciatura
é exercida por Profª Adriana Mascarenhas
Mattos Bullos profissional com titulação
específica na área de conhecimento
Licenciatura em Letras com Inglês, Especialização
em Lingüística Aplicada à
Língua Portuguesa, Mestrado em Letras
em Análise do Discurso..
Corpo
Docente:
Os professores da ENEB são profissionais
que possuem conhecimento científico,
capacidade didática, competência
técnica e integridade de costumes, cujo
processo seletivo é feito por meio de
análise criteriosa do currículo
e entrevista. Em alguns casos, são realizadas
bancas examinadoras de seleção
de docente, considerando aspectos pertinentes
tanto à área de educação
quanto à área profissional –
experiência acadêmica no ensino
superior, produção científica
e experiência profissional (esta última
constitui um valioso instrumento didático-pedagógico,
oportunizando maior aproximação
do mundo acadêmico com a realidade prática
do mundo do trabalho).
O corpo docente tem participação
no Conselho de Administração Superior
(CAS), Conselho de Ensino, Pesquisa e Extensão
(CEPE) e Colegiado de Curso.
O corpo docente foi selecionado entre professores
da região, com titulação
e experiência adequadas às disciplinas
para as quais foram indicados.
| Docentes |
Formação |
Titulação |
| Adriana
Mascarenhas Mattos Bullos |
Graduação
em Lic. em Pedagogia. Graduação
em Lic. em Matemática. Especialização
em Educação Matemática.
Mestrado em Ensino, Filosofia e História
das Ciências |
MESTRA |
| Ângela
Clemente Bispo |
Graduação
em Estudos Sociais
Especialização em História
do Brasil
Mestranda em Educação na Área
de Inovação Pedagógica/Universidade
da Madeira/Portugal
|
ESPECIALISTA |
Augusto
Monte Spínola Cardoso Júnior
|
Graduação
em Pedagogia
Especialização em História
da Bahia
Especialização em Educação
e Política Pedagógica |
ESPECIALISTA |
Celinalva
Paim Sobral Santos
|
Licenciatura em Letras
Vernáculas
Especialização em Planejamento
Educacional
Especialização em Métodos
e Técnicas
|
ESPECIALISTA |
Edna
Ribeiro Marques Amorim
|
Licenciatura em Letras
com Inglês
Especialização em Lingüística
Aplicada à Língua Portuguesa
Mestrado em Letras em Análise do
Discurso
|
MESTRE |
Elaine Ribeiro Marques
|
Licenciatura em Pedagogia
Especialização em Psicopedagogia
|
ESPECIALISTA |
Elida
Maria Pacheco de Andrade
|
Graduação
em Pedagogia
Especialização em Administração
Pública
|
ESPECIALISTA |
Fabiana
Andréa de Almeida Moniz
|
Graduação
em Pedagogia
Especialização em Formação
em Psicopedagogia Fundamentado na Epistemologia
Convergente
|
ESPECIALISTA |
Jaderson Silva Barbosa
|
Licenciatura em Educação
Física
Especialização em Esporte
Escolar
Especialização em Treinamento
Esportivo |
ESPECIALISTA |
| Katia
Daniele Santos Silva |
Licenciatura em Pedagogia
Especialização em Métodos
e Técnicas de Ensino
|
ESPECIALISTA |
Lívia
Dias de Azevedo
|
Licenciatura em Geografia
Especialização em Metodologia,
Pesquisa e Extensão em Educação.
|
ESPECIALISTA |
Maria
das Graças Paim de Oliveira
|
Bacharelado em Direito
Especialização em Métodos
e Técnicas do Ensino
Especialização em Planejamento
Educacional
|
ESPECIALISTA |
| Nancy
Santos Caldas Almeida |
Licenciatura em Letras
com Inglês
Especialização em Políticas
do Planejamento Pedagógico: Currículo,
Didática e Avaliação.
|
ESPECIALISTA |
Rita
de Cássia Lopes Gomes
|
Graduação
em Pedagogia
Especialização em Psicopedagogia
|
MESTRA |
Livia
Prado de Andrade Gomes
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Bacharel em Direito (UFS)
Especialista em Direito Processual Civil
(FJA)
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ESPECIALISTA |
Marcia
Evangelista Oliveira
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Bacharel em Administração
(UEFS)
Especialista em Gestão Empresarial
(UEFS)
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ESPECIALISTA |
| Veralúcia
Lopes dos Reis |
Licenciatura em Letras
Vernáculas
Especialização em Metodologia
do Ensino Superior
Doutoranda em Educação e Democracia
Universidade de Barcelona – Espanha
|
ESPECIALISTA |
| Maria
Avani Nascimento |
Graduação
em Licenciatura em Letras Vernáculas.
Especialização em Língua
Espanhola.
Especialização em Didática
Fundamentos do Ensino de Português,
Literatura e Língua Espanhola Orientação
de Monografias.
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MESTRANDA |
| Selma
Barros Daltro de Castro |
Licenciatura em Pedagogia
Especialização em Psicopedagogia
Clínica. Inovação Pedagógica.
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Especialista |
Zenilda
Fonseca de Jesus Souza
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Graduação
em Licenciatura Pedagogia
Especialização em Alfabetização
Especialização em Psicopedagogia
Mestrado em Educação Especial |
Especialista |
Ângela
Maria Oliveira da Cruz Silva
|
Graduação
em Licenciatura em Pedagogia
Especialista em Educação a
Distância
Educação de Jovens e Adultos
Educação em Novas Tecnologias
da Comunicação e Informação. |
Mestranda |
Kleber Jose Fonseca Simões
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Graduação
Licenciatura História, Mestre em
História Social. |
Mestre
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Avaliação
Instituicional:
| Foco |
Periodicidade |
Estatística |
Responsável |
| 1 - Objetivos e Metas da Instituição |
ANUAL |
A avaliação dos objetivos
e das metas planejadas pela ENEB será
realizada através de reuniões
dos Colegiados de Cursos, dos setores administrativos,
dos Coordenadores Administrativo, Acadêmico
e de Pós-Graduação,
Pesquisa e Extensão e da Diretoria
Executiva. |
Dirigentes
Professores
Funcionários
Alunos
|
| 2- Processo de Ensino-Aprendizagem |
BIMESTRAL |
A avaliação do processo
de ensino-aprendizagem será realizada
através do professor que aplicará
diversos instrumentos de avaliação
para verificar o aproveitamento dos alunos. |
Professores
Alunos
|
3 - Desempenho
dos Professores e Funcionários
|
SEMESTRAL |
A Avaliação do desempenho
dos professores e funcionários será
realizada através da aplicação
de critérios e mecanismos de avaliação
aprovados pelo Conselho e Colegiado dos
Cursos. |
Comissões internas |
| 4– Gestão Econômica-Financeira |
ANUAL |
A administração econômica-financeira
da ENEB será avaliada através
de parecer de auditor externo. |
Auditoria externa |
| 5– Relação da Instituição
com a Comunidade |
ANUAL |
A relação da ENEB com a
comunidade será medida através
da aplicação de mecanismos
de sondagem da receptividade da Instituição
na comunidade, procurando detectar interesses,
necessidades e aproveitamento das atividades
desenvolvidas: cursos, seminários
e atividades de extensão. |
Membros da comunidade |
| 6 – Produção Cientifica |
SEMESTRAL |
A produção cientifica da
ENEB será avaliada de reuniões
onde serão analisados aspectos quantitativos
e qualitativos dos trabalhos desenvolvidos. |
Coordenadores Acadêmicos e de Pós-Graduação,
Pesquisa e Extensão. |
Estágio
Supervisionado:
Em sua dimensão pedagógica, o
Estágio Curricular Supervisionando integra
Ensino, Pesquisa e Extensão, desenvolvem
e produzem conhecimentos, na perspectiva de
formar um profissional capaz de atuar na realidade
de forma inquiridora e transformadora. Articular-se
aos conteúdos de Iniciação
à Pesquisa de disciplina específica
constante no plano curricular de todos os cursos,
e ao trabalho de conclusão de curso,
estimula o desenvolvimento de atitude investigativa
a ser perseguido como metodológico.
Nesse contexto, será planejado, organizado,
acompanhado e avaliado pela Comissão
de Estágio Supervisionado (CES), formada
por um coordenador e professores orientadores,
mediante regulamento próprio, sendo assegurada
efetiva participação dos profissionais
da educação onde será desenvolvida
a respectiva atividade.
Seu planejamento e desenvolvimento dar-se-ão
ao longo do curso, de modo a assegurar aos graduandos
experiência de exercício profissional
em ambientes escolares e não - escolares
que ampliem e fortaleçam atitudes éticas,
conhecimentos e competências, conforme
o previsto neste Projeto Pedagógico,
prioritariamente em Educação Infantil
e nos Anos Iniciais do Ensino Fundamental e
na participação em atividades
de gestão dos processos educativos, no
planejamento, implementação, coordenação
e avaliação de atividades e projetos
educativos.
Durante o estágio, o licenciando deverá
proceder ao estudo e interpretação
da realidade educacional do seu campo de estágio,
desenvolver atividades relativas à docência
e à gestão educacional, em espaços
escolares e não-escolares, produzindo
uma avaliação desta experiência
e sua auto-avaliação.
O Estágio Curricular a ser realizado,
ao longo do curso, de modo a assegurar aos graduados,
experiência de exercício profissional,
em ambientes escolares e não-escolares
que ampliem e fortaleçam atitudes éticas,
conhecimentos e competências:
a) Na educação Infantil e nos
Anos Iniciais do Ensino Fundamental, prioritariamente;
b) Nas disciplinas pedagógicas dos cursos
de Ensino Médio, na modalidade Normal;
c) Na Educação profissional na
área de serviços e de apoio escolar;
d) Na Educação de Jovens e Adultos;
e) Na participação em atividades
da gestão de processos educativos, no
planejamento, implementação, coordenação,
acompanhamento e avaliação de
atividades e projetos educativos;
f) Em reuniões de formação
pedagógica.
Para a conclusão do curso, a cada aluno
é obrigatória a integralização
da carga
horária total do estágio prevista
no currículo pleno do curso.
g) Acompanhamento e Registro das atividades
no Manual do Estagiário (ANEXO)
3.3.3.5 Atividades Complementares
Atividades Complementares envolvendo o planejamento
e o desenvolvimento progressivo do Trabalho
de Curso, atividades de monitoria, de iniciação
científica e de extensão, diretamente
orientadas por membro do corpo docente da instituição
de educação superior decorrentes
ou articulados às disciplinas, áreas
de conhecimentos, seminários, eventos
cientifico-culturais, estudos curriculares,
de modo a propiciar vivências em algumas
modalidades e experiências, entre outras,
e opcionalmente, a educação em
remanescente de quilombos, em organizações
não-governamentais, escolares e não-escolares
publicas e privadas.
Atividades
Complementares:
Visando atender às normas baixadas pelo
Conselho Nacional de Educação,
a fim de propiciar ao aluno a aquisição
de experiências diversificadas inerentes
e indispensáveis ao seu futuro profissional,
buscando aproximá-lo da realidade escola/mercado
de trabalho, a ENEB, entendendo que essas atividades
complementares permitem ao estudante desenvolver
vocações, interesses e potencialidades
específicas, sem prejuízo do perfil
desejado do formando, regulamentou as Atividades
Complementares de